Mostrar mensagens com a etiqueta Monarquia ou Republica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Monarquia ou Republica. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

oração por Portugal

Majestade Divina,
Senhor da vida e da morte,
dos que Vos amam e dos que Vos perseguem!

Por intercessão da Santíssima Virgem de Fátima,
Rainha da Paz e nossa Mãe,
Vos pedimos que não deixeis a nossa Pátria onde Maria ergueu o Seu trono,
venha a ser dominada e destruída por obra dos Vossos inimigos.

Enviai os Vossos Santos Anjos a todos os locais da nossa terra
e permiti que eles possam desenvolver as suas potências
em todos os seus recantos,
para que o inimigo não venha a triunfar na nossa Pátria.

Nós queremos formar um exército de almas que rezam para que Vós,
Deus Uno e Trino,
estendais a Vossa Mão poderosa sobre este povo que é de Maria Vossa Mãe.

Permiti, ó Deus, que as nuvens tempestuosas que pairam sobre a humanidade
e tendem a espalhar-se e a submergir a nossa Pátria, sejam afastadas.

Só Vós podeis salvar-nos!

Pela Vossa graça e especial protecção da nossa Padroeira Maria Imaculada
e do Anjo Custódio de Portugal,
permiti, ó Deus,
que a nossa terra nunca seja aniquilada pelo inimigo.

Deus Santo, Deus Forte, Deus Todo-Poderoso, Deus Imortal,
em união com todos os Santos Anjos,
pedimo-Vos auxílio e Benção para a nossa Pátria,
por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amen.

(Irmã Lúcia)

(Oração que a Irmã Lúcia pedia que se rezasse, sem cessar, por Portugal)

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

biltres e falazes


entre o céu e a terra há mais o que me apoquente que o lamaçal político em que o país se deixou enterrar. não é o cerne deste compêndio, o desprezível decorrer da vida política, não reduzo o pensar ao mundano quotidiano em que se desenrola. mas, apesar de me encontrar de passagem e trazer comigo pouca materialidade, não posso deixar de tentar empreender o melhoramento do globo nos parcos anos que me sobram, avançando sempre que me expõem às usualidades daqui.

assim, unimo-nos há muito — deste 1143 — unimo-nos ainda, sob Maria, para ajudar o novo e irmão país de timor, e não conseguimos sair do lamaçal que nos suja os rendados domingueiros e demais farpelas. enquanto povo, julgo abençoado pela Mãe, perdemos os valores que um dia nos projectaram ao mundo. não olho para o banal vírus do computador de um, nem para a atitude embusteira e farsante de outro — levaremos com um e com o outro mais alguns meses à frente deste mui nobre país para desgraça de todos e folgança dos próprios — olho sim para o desprendimento de um povo agora amorfo, maldizente, morto, sem luz guia nem força nem fé... nem tão pouco foi votar.

ao lixo! tudo ao lixo! e avance quem me traga alma dos séculos e séculos de nobre história. a deitar visão na abnegação do país onde o sol é nascente para se pôr nas praias de portugal, que traga com ele a luz que portugal obriga para se livrar de malandrins e mentirosos. abracemos a fé, os preceitos comuns, as fidelidades deste país e ao lixo as redundâncias egoístas de quem enfrenta o futuro com as nossas rédeas na mãos. gente de pouca fé erguei de novo o país!

o barroco sempre me agradou… se calhar pela profusão de anjos anafados embrenhados em parreiras retorcidas e uvas … não sei se aplicado à politica resulta.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

à mesa



na verdade tenho vindo calmamente esperando algumas linhas sobre esse 25 de abril que todos falam por parte do meu mano iniciático. penso que ele se guarda, fomentando valores mais elevados de cristandade, em vez de se deter em episódios tardios de vontade portuguesa. nunca um dia de explosão se arrastou tanto na história do nosso mui caro portugal quanto o dito de liberdade. por mim, advogo que estamos à hora do jantar dos intuitos do dia da revolução... porque liberdade ficou pela hora do lanche... e há vontade de mais. que elevem esses senhores da liberdade, da democracia ou de outros poéticos ideais, a alma do povo tão castigado, a um futuro recheado de mais do que é importante, e que humildemente se deixem contagiar pelo olhar cansado de quem o não tira do chão. portugal tem um futuro prometido, basta encontrar o caminho do que é publico, para o tornar real.

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Sangue Azul

Por acharmos que poderá ser do vosso interesse, temos o gosto de vos comunicar que no próximo Domingo (27 de Abril), no programa "Grande Reportagem", no canal SIC, entre as 20h30 e as 21h00 (será logo a seguir ao "Jornal da Noite"), será divulgado (segundo informação que recebemos), sob o título "Sangue Azul", um conjunto de entrevistas com alguns membros da Nobreza portuguesa.

O motivo da reportagem é, basicamente, dar a conhecer e divulgar o posicionamento desses nobres e das suas famílias no mundo actual, dando testemunho da sua forma de vida e dos valores que defendem, tentando os entrevistados mostrar, certamente, como as boas e antigas tradições, na maneira de ser e de estar, nos devem servir hoje de exemplo, em prol de um futuro melhor.


Não é fundamental nem importante para o movimento, mas será interessante para quem puder assistir sem quaisquer preconceitos…

Mano iniciático

terça-feira, 1 de abril de 2008

Razões de ser Monárquico

01 • De natureza política: o Rei é supra partidário – condição fundamental (única) para arbitragem dos Partidos e de toda a esfera política, deste modo, garantindo o interesse nacional. O Rei é, portanto, livre, não estando penhorado pelo seu passado político-partidário;
02 • De natureza histórica – a chefia de Estado sendo efectuada por descendência confere uma linha de continuidade histórica à Nação. Neste sentido, incrementa e mantém o sentimento de pertença, tanto do chefe de Estado como do Povo;
03 • De competência: o Rei tem uma formação específica para o cargo desde muito cedo, incomparável à formação arbitrária ou casual de um candidato presidencial; a formação é desde o início totalmente vocacionada para o exercício da chefia do Estado;
04 • De natureza Comunicacional/Institucional: a permanência no cargo de chefe de Estado confere ao Rei uma notoriedade inigualável. Isto permite uma maior projecção da imagem do País em todo o mundo;
05 • De natureza ética e moral – o Rei é o garante da preservação dos valores morais da Nação, permitindo a coesão e harmonia sociais;
06 • De natureza patrimonial cultural – tendo uma profunda comunhão histórica, a Monarquia tem uma especial preocupação pelo património arquitectónico e cultural, tendo sempre presente uma política de conservação do mesmo, perspectivando-o como legado cultural e agente formador da cultura nacional.
07 • De natureza sentimental/emocional - O orgulho nacional constitui uma força anímica com efeitos muito surpreendentes, apenas sustentado por uma Monarquia;
08 • É o único regime que faculta ao Estado a religião Católica Apostólica Romana; o Regime monárquico prevê contudo a liberdade religiosa individual dos cidadãos;
09 • De natureza diplomática – numa visita oficial a outro País, o Rei é uma figura nacional isenta não criando a possibilidade de colisão ideológica e política com a realidade política do País que visita;
10 • Sustentabilidade da Paz – os casamentos entre Casas Reais são autênticos pilares da Paz, que atenuam ou eliminam sentimentos de adversidades nacionais;
11 • Sustentabilidade económica - A república é apenas para países que podem e querem pagar mais do que uma mais económica monarquia. Na monarquia não existem chefes de Estado de 4 em 4 anos com as consequentes pensões vitalícias de reforma. Além disso, a Casa Real tem o orçamento que o parlamento decidir.
12 • Carisma – o carisma é uma particularidade subjectiva, inconcreta e imaterial, mais vezes associada a elementos da Casa Real;
13 • Positividade - Ao contrário do republicano, ser monárquico é um sentimento positivo. O republicano não é muitas vezes republicano mas antimonárquico ou seja, “eu não posso ser Rei, portanto, ninguém poderá ser…”. O monárquico aceita o Rei, pela sua naturalidade e a Nação como Família;
14 • Plenitude legitimação – a aclamação do Rei é uma manifestação de comunhão geral da natureza política.

Mário Neves
Monárquico

terça-feira, 11 de março de 2008

Debate

Debate com invulgar elevação, muito justificada pela qualidade intelectual e humana dos intervenientes. Debate que por isso, à semelhança do tema, se destacou do ordinário debate partidário. Apesar da necessidade premente de desmistificar alguns preconceitos sobre o exercício da chefia de Estado pelo Rei, abordaram-se os aspectos substanciais, designadamente, a questão do povoamento do território e a restituição da importância de toda a pequena aldeia portuguesa.

Outra verdade é que, verificada a excelência do exercício do Rei, a iniciativa de candidatura a um cargo de Presidência da república só pode ser puro egoísmo.

Mas haverá uma questão que nunca conseguiremos transmitir aos republicanos que é a sensação do Amor à Pátria, da Felicidade e da Comunhão Histórica (tão bem referenciada pelo Sr. Dr. Paulo Teixeira Pinto).

Muitas vezes digo que ser monárquico é um estado de alma, sensacional, emocional, sentimental….mas como demonstrá-lo e transmiti-lo aos demais? Provavelmente, nasce-se com ele…

Com esta prestação televisiva, rasgámos um grande espaço na cidadania intelectual…continuemos firmemente.

Mário Neves
Monárquico
Aveiro

quinta-feira, 6 de março de 2008

Monarquia ou Republica

Meus caros

Na próxima 2ª feira dia 10 de Março pelas 22h00, na RTP1, realiza-se um programa "Prós e Contras" , de debate "Monarquia ou Republica"

Resulta de uma luta de quase 3 anos...

Julgo que valerá a pena ver.